
Gmail chega aos 6 gigas!!!
Presentão de natal!!!
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O Programando em .NET começou já no fim do ano, mas com empolgação de projeto novo, daqueles de início de ano e já estamos no clima do Natal (eu no clima do meu vigésimo sétimo aniversário) e quase chegando no primeiro nascer-do-sol de 2008.
A todos (poucos talvez) que acompanham ou acompanharam um pouco do Programando em .NET, desejo boas festas, muitas alegrias e que todos os desejos que ficaram para 2008 sejam conquistados.
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Ou a Microsoft desiste ou se rende ao… ops… já se rendeu!
A equipe de desenvolvimento parece que criou vergonha na cara e fez um trabalho decente e apresentou no IEBlog que a nova versão passou no famoso ACID2 Test
E não é Fake, tá até no site do ACID Test
Que bons ventos levem a Microsoft para a padronização web. Leiam meu protesto.
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Sem dúvida hoje o .Net é uma força muito grande quando se fala em desenvolvimento de software, seja para web, desktop ou mobile.
O Flex não poderia de deixar de se comunicar com ele e para tanto temos diversas formas de fazer isso: AMF3, RemoteObject, WebService e HTTPService.
Porém cada forma de se fazer essa integração possui seus prós e contras, e o objetivo deste post é exatamente esse.
Então vamos cada uma:
RemoteObject (AMF3): Comunicação em que o Flex faz a solicitação à um gateway (weborb, fluorine, amfnet) e este faz a tradução dos dados (.Net x AS3) usando protocolo AMF(3) no qual os dados são transferidos em formato bínário.
Prós:
Muito rápido devido ao fato de os dados serem trafegados em formato bínario;
Excelente mapeamento de tipo de dados, desde as coleções simples até os tipos mais complexos;
Ciclo de desenvolvimento curto;
Contras:
Protocolo não é padronizado (ainda);
Requer software adicional no lado do servidor (LCDS, WebOrb, AMFPHP, CF);
WebService:
Formato muito parecido com o HTTPService, porém é baseado em padrões e compatível com diversas linguagens como .Net, Java e Coldfusion. Todo o output do WebService é serializado em XML.
Prós:
Baseado em padrões;
Pode ser construido facilmente dentro do Visual Studio;
Rápido com cargas pequenas e médias de dados;
Contras:
Problemas de serialização do DataSet;
Tende a ser lento com cargas grandes de dados;
Mapeamento de tipos pode ser complicado;
Implementação de segurança não é sólida;
RMTP: É a integração de nível mais baixo, em que a conexão é feita por sockets.
Prós:
Comunicação em tempo real (os outros métodos não suportam esse recurso);
Controle granular sobre o protocolo de comunicação;
Pode-se implementar suporte a outros protocolos (POP, SMTP, ETC … )
Contras:
Requer mais trabalho;
Precisa de mais debug e testes;
Precisa de boa experiência com sockets;
HTTPService
Forma mais simples de se integrar, consiste basicamente em enviar uma solicitação via POST/GET para uma determinada página .aspx e recuperar o retorno em XML.
Prós:
Pode ser utilizado para qualquer estrutura de dados (XML, JSON, REST, SOAP);
Todas as funcionalidades são próprias, não requer componentes de terceiros.
Contras:
Não é robusto para construir sistemas complexos;
Requer parse manual;
Mapeamento de tipos de dados é feita manualmente;
A performance é relativamente lenta;
Apesar de esse post se referir à integração entre Flex e .Net, pode-se usar o conceito com PHP, Java, Rails, CF …
Nos próximos posts farei um exemplo detalhado de cada forma para um melhor aprendizado.
Esse material foi retirado da palestra de Mark Piller que consta no Adobe DevNet Flex com o nome “Flex and .NET Integration eSeminar“.
Recomendo que assistam o video para mais informações: https://admin.adobe.acrobat.com/_a227210/p13301983/
SaintBr. =]
Um grande amigo meu entrou para a lista de colaboradores do Programando em .NET
O SaintBr, que tem um blog sobre Flex.
Valeu Julio!!!
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A Microsoft lançou um novo projeto. O Microsoft Volta.
É uma extenção da framework e um novo paradigma de desenvolvimento .NET onde você trabalha em uma única camada e o compilador gerencia e toma decisões movendo a lógica para outras camadas.
Parece ser interessante.
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Nessas últimas semanas tenho estudado bastante o Ruby on Rails, realmente é “sexy” desenvolver na plataforma (“sexy” como diria meu amigo SaintBr).
To lendo o livro traduzido pelo Akita, o “Repensando a Web com Rails“, livro que recomendo, muito bom o livro. E pelas estradas da web (agora trilhos né) eu achei o post da entrevista do Akita com John Lam, o cara que está na frente do IronRuby.
Achei muito legal a entrevista comentando diversos aspectos técnicos da máquina virtual da Microsoft em que vai correr o Ruby.
Conversando com John Lam (IronRuby)
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